terça-feira, 15 de setembro de 2015
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Uece é classificada como a melhor universidade estadual do Norte, Nordeste e Centro-Oeste
A Universidade Estadual do Ceará (Uece) ficou em 1° lugar entre as
universidades estaduais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do
Brasil. Entre as universidades estaduais do país a Uece ocupou o 8ª
lugar. A classificação foi divulgada pelo Ranking Universitário Folha
(RUF) de 2013.
O RUF levou em consideração cinco categorias de
avaliação, cada uma composta por vários indicadores, que podem somar até
100 pontos: pesquisa (até 40 pontos), ensino (até 32 pontos), mercado
(até 18 pontos), internacionalização (até seis pontos) e inovação (até
quatro pontos). O levantamento foi feito ao longo dos últimos oito meses
e representa um indicativo de reconhecimento da excelência acadêmica
das instituições.
Levando em consideração todas as 192
universidades avaliadas, a Uece ficou em 39º lugar no Brasil com 67,61
pontos, precedida por quatro universidades privadas (PUC/RJ, PUC/RS,
Mackenzie, PUC/PR), sete públicas estaduais (USP, UNICAMP, UNESP, UERJ,
UEM, UEL, UENF) e 28 universidades públicas federais. Discriminando a
dimensão das categorias, a Universidade Estadual do Ceará fica em 26º em
mercado, 41º em inovação e 51º em pesquisa, por exemplo. Fundada em
1975, a instituição de ensino possui 15 mil alunos e oferece 67 cursos.
Disponível em: Redação O POVO Online
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Objetos de vidro são impressos em 3D pela primeira vez
Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/09/2015
A equipe está muito interessada na exploração artística de suas criações, como mostra a projeção de luz sobre um dos objetos criados pela impressora 3D de vidros (à direita). [Imagem: John Klein et al. - 10.1089/3dp.2015.0021]
Impressão 3D de vidros
Engenheiros do MIT conseguiram superar o desafio de usar aimpressão 3D para fabricar peças de vidro.
"Nós apresentamos uma impressora de extrusão totalmente funcional para vidros opticamente transparentes," escrevem John Klein e seus colegas.
A impressora 3D para vidros é um pouco mais complicada do que as similares projetadas para usar tintas de plástico ou cerâmica devido à necessidade de manter as altas temperaturas necessárias à fusão do vidro.
A "tinta" é formada por micropartículas de vidro transparente, que são derretidas em um forno elétrico acima da impressora. O vidro já fundido desce até o bocal, também aquecido por resistências elétricas, onde sua aplicação é controlada para formar o objeto desejado.
Finalmente, a câmara de deposição - o local onde o objeto é construído - é fechada e aquecida para dar a têmpera, evitando que o vidro se resfrie rapidamente e corra o risco de quebrar.
Esquema da impressora de vidros 3D. [Imagem: John Klein et al. - 10.1089/3dp.2015.0021]
Engenharia e arte
A equipe destaca que o grande desafio para construir seu protótipo foi encontrar um material eficiente e economicamente viável para construir o bocal, pelo qual o vidro deve escorrer livremente, sem grudar - a melhor solução encontrada foi o óxido de alumínio.
A grande restrição da impressora 3D de vidro é que os objetos não podem ter ângulos fechados porque, neste estágio do desenvolvimento, o bocal ainda tem um diâmetro elevado, além de precisar depositar as camadas rapidamente para que o vidro não endureça.
Mas a equipe parece querer explorar nichos onde não se aplicam as preocupações tradicionais dos processos industriais de alto volume: "Esta pesquisa reside na interseção do design, engenharia, ciência e arte, o que representa uma abordagem altamente interdisciplinar," escrevem eles.
Bibliografia:
Additive Manufacturing of Optically Transparent Glass
John Klein, Michael Stern, Giorgia Franchin, Markus Kayser, Chikara Inamura, Shreya Dave, James C. Weaver, Peter Houk, Paolo Colombo, Maria Yang, Neri Oxman
3D Printing and Additive Manufacturing
Vol.: Online Ahead of Print
DOI: 10.1089/3dp.2015.0021
Additive Manufacturing of Optically Transparent Glass
John Klein, Michael Stern, Giorgia Franchin, Markus Kayser, Chikara Inamura, Shreya Dave, James C. Weaver, Peter Houk, Paolo Colombo, Maria Yang, Neri Oxman
3D Printing and Additive Manufacturing
Vol.: Online Ahead of Print
DOI: 10.1089/3dp.2015.0021
Fonte: Inovação tecnológica
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Robô Ouriço agarra-se a asteroides e cometas
Redação do Site Inovação Tecnológica - 07/09/2015
[Imagem: NASA/JPL-Caltech/Stanford]
Robôs rolantes
A NASA parece disposta a evitar o destino um tanto infeliz do robô Philae, que conseguiu se tornar a primeira máquina feita pelo homem a pousar em um cometa, mas saiu quicando descontrolado pela superfície.
Para evitar isso, a agência espacial começou a trabalhar no desenvolvimento de um robô batizado de Ouriço, que terá a superfície recoberta por uma camada de espinhos que o ajudarão a se firmar em virtualmente qualquer superfície.
A grande decepção com o Philae ocorreu porque ele foi projetado com um arpão com uma força suficiente para fixá-lo em rochas com a dureza que se esperava encontrar em um cometa. Mas o cometa é muito mais duro do que as teorias sugeriam - ainda que o arpão tenha funcionado até em concreto aqui na Terra.
"O Ouriço é um tipo diferente de robô, que irá saltar e rolar pela superfície. Ele é desenhado na forma de um cubo e pode operar independente da posição em que esteja," explicou Issa Nesnas, coordenador da equipe que está desenvolvendo o conceito no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.
Rodas voadoras
Em vez de sair quicando de forma descontrolada, o Ouriço se moverá de forma quase precisa acionando e brecando rodas voadoras (flywheels) em seu interior. Os espinhos na sua superfície externa servirão de apoio e garra, além de protegerem o robô das saliências do terreno.
"Os espinhos também poderão conter instrumentos, tais como sondas termais, para medir a temperatura da superfície onde o robô rolar," explicou Nesnas.
Robô ouriço testando agarramento em vários tipos de superfície a bordo de avião da NASA que simula microgravidade. [Imagem: NASA/JPL-Caltech/Stanford]
Golpe tornado
Dois protótipos do Ouriço já foram testados em condições simuladas de microgravidade a bordo de um avião da NASA.
Durante 180 parábolas, em quatro voos, os dois robôs demonstraram vários tipos de manobras que seriam úteis para se locomover em pequenos corpos celestes com gravidade reduzida. As manobras foram realizadas em diferentes materiais, imitando uma vasta gama de superfícies: arenosa, dura e rochosa, escorregadia e gelada, e macia e quebradiça.
A manobra que mais entusiasmou os engenheiros foi batizada de "tornado", na qual o robô gira violentamente sobre si mesmo, o suficiente para arremessá-lo para o alto. Isto seria essencial para escapar do fundo de uma cratera onde ele viesse a cair de forma acidental.
Ainda não há previsão de quando um robô Ouriço irá ao espaço, mas a equipe concluiu que será muito barato construir versões pesando cerca de nove quilogramas, metade dos quais em carga útil, ou seja, em instrumentos científicos para estudar os corpos celestes visitados pelo robô.
Fonte: Inovação Tecnológica
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Curiosidade » Chamada de celular deixa formigas 'doidas'
Com o telefone em descanso, as formigas estavam agindo naturalmente, dentro da 'desorganização organizada' comum para esses insetos. Porém, quando o celular recebeu a ligação, tudo mudou
Assista ao curioso "experimento" amador:
Nas imagens, é possível ver que os insetos estavam agindo da forma "desordenadamente organizada", própria deles, mas, quando o aparelho celular recebe uma ligação, imediatamente as formigas alteram o comportamento, e passam a andar em círculos ao redor do dispositivo. É como se recebessem uma mensagem para "seguir o líder".
Não existe ainda uma explicação oficial para esse comportamento estranho das formigas, flagrado no vídeo. Tudo indica, porém, que essa mudança de atitude tenha relação com o sistema de orientação desses insetos. Segundo o site Ciência Hoje, a formiga possui partículas magnéticas em suas antenas, que as fazem seguir caminhos de acordo com a orientação magnética da Terra. Portanto, o sinal de chamada do celular pode ter interferido nesse sistema biológico e induzido a colônia a circular ao redor do aparelho.
Disponível em:
http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/atualidades/2015/09/04/noticia_atualidades,154932/chamada-de-celular-deixa-formigas-doidas.shtml
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